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CEOL

Orquestração do centro cirúrgico

O centro cirúrgico, finalmente visível em tempo real.

O CEOL coloca poucas câmeras fixas no teto e uma unidade de borda dentro do hospital, em cada sala. Ele lê o estado da sala, não as pessoas dentro dela, e transforma isso num painel ao vivo, com marcações automáticas de horário e análises que se sustentam numa reunião de diretoria.

O problema

A sala mais cara do hospital é documentada à mão.

Os horários do centro cirúrgico são digitados por gente ocupada fazendo coisa mais importante. Os tempos são arredondados, lançados depois ou reconstruídos no fim do plantão. Todo programa de melhoria construído sobre esse dado começa com uma discussão sobre se o dado é real.

Registrado à mão hoje

Início da cirurgia, incisão, fechamento, saída da sala, início da limpeza, sala pronta

Registrado pelo CEOL

Os mesmos eventos, automaticamente, com precisão de segundos

Recursos

O que o CEOL faz depois de instalado.

Detecção automática de fase

A visão computacional na unidade de borda classifica o estado da sala — vazia, em preparo, paciente presente, cirurgia em andamento, fechamento, limpeza, pronta — sem ninguém apertar botão.

Painel ao vivo do centro cirúrgico

Uma tela com todas as salas, a fase atual de cada uma, há quanto tempo está nela e o que está agendado em seguida. Legível do corredor.

Medição do tempo de giro

Saída do paciente até a entrada do próximo, dividido em limpeza, preparo e espera, para você ver qual pedaço do intervalo é de fato o problema.

Alertas de atraso e ociosidade

Limites configuráveis disparam notificação quando a sala fica ociosa tempo demais, quando a limpeza não começou ou quando a cirurgia passa do horário previsto.

Planejado versus realizado

Duração prevista contra duração real, por procedimento, por cirurgião, por sala e por dia da semana. O relatório que mostra onde a agenda está errada.

Análise de ocupação

Ocupação em horário nobre, pontualidade da primeira cirurgia, cancelamentos e tempo de bloco não utilizado — calculados a partir de eventos observados, não do que foi digitado.

Como funciona

Três componentes, todos nossos.

01

Câmeras de teto

Câmeras fixas e discretas, posicionadas para cobrir a sala e não para detalhar o campo cirúrgico. Montadas fora do horário de pico, alimentadas por Ethernet, sem obra no forro.

02

A unidade de borda

Um equipamento compacto instalado no seu rack ou no próprio centro cirúrgico. Ele roda os modelos de visão localmente e envia eventos — não vídeo — para a camada de aplicação.

03

O painel e a API

Telas ao vivo para o centro cirúrgico, dashboards para a gestão e um fluxo de eventos que o seu HIS, sistema de agenda ou data warehouse pode consumir.

Privacidade

A primeira pergunta que todo mundo faz: câmera dentro da sala cirúrgica?

É a pergunta certa. Foi assim que construímos o CEOL para respondê-la.

O vídeo não sai do prédio

A análise acontece na unidade de borda, na sua rede. O produto não precisa enviar quadros para lugar nenhum para funcionar.

Sai evento, não sai imagem

O que trafega até o painel é dado estruturado — a sala 3 entrou em limpeza às 14h12 — e não uma imagem da sala 3.

Sem reconhecimento facial

O CEOL não identifica pessoas. Não foi feito para isso, não é vendido para isso, e identificação de indivíduos não é um recurso que oferecemos.

Não é ferramenta de vigilância de desempenho

Recomendamos implantar o CEOL sobre indicadores de sala e de processo, e ajudamos a escrever a comunicação para a equipe deixando isso claro. Projeto de câmera que pega o corpo clínico de surpresa fracassa.

Retenção sob seu controle

Nos casos em que alguma imagem chega a ser retida — para validação de modelo, mediante acordo por escrito — a janela de retenção, o local de armazenamento e a exclusão são definidos por você.

Documentado para o seu encarregado

Entregamos o contrato de tratamento de dados, o diagrama de fluxo e o registro das operações de tratamento que o seu encarregado de dados vai pedir.

Integrações

Precisa conversar com o que você já usa.

O CEOL é uma fonte de eventos. A maioria dos hospitais conecta primeiro à agenda cirúrgica e depois aos relatórios.

  • Interfaces HL7 v2 e FHIR para HIS e prontuário eletrônico
  • Sistemas de agendamento cirúrgico e gestão de blocos
  • Eventos via REST e webhooks para as suas próprias ferramentas
  • Exportações em CSV e agendadas para data warehouse ou BI
  • Login único via SAML ou OIDC
  • Painéis digitais e telas de corredor

Perguntas frequentes

O CEOL, sem rodeios.

Vocês gravam a cirurgia?

Não. As câmeras são posicionadas e configuradas para o estado da sala — onde estão as pessoas e os equipamentos — e não para o campo cirúrgico. O CEOL é um produto de operações, não um sistema de gravação clínica.

Quantas câmeras por sala?

Normalmente uma ou duas, dependendo da geometria e das linhas de visão. Confirmamos a quantidade no diagnóstico presencial, antes de qualquer proposta.

Quanto tempo leva a instalação?

Para um centro cirúrgico de seis a dez salas, a instalação física costuma ocupar algumas janelas fora do horário de pico, seguidas de um período de calibração enquanto os modelos se ajustam às suas salas.

E se a internet cair?

A unidade de borda continua detectando e armazenando localmente. As telas locais seguem funcionando. Os dados sincronizam quando o enlace volta.

É um dispositivo médico?

Não. O CEOL não orienta diagnóstico nem tratamento. Ele mede eventos operacionais de uma sala e é tratado como sistema de TI operacional, não como dispositivo médico.

Precisamos comprar o hardware?

Não — esse é justamente o ponto. Câmeras, unidades de borda, suportes, substituições e atualizações estão na mensalidade e continuam sendo propriedade nossa.

Traga a sua sala de pior desempenho.

Mande o número de salas e a sua meta atual de tempo de giro. Explicamos o que o CEOL mediria e quanto custaria por sala, por mês.

hello@medsynia.com