Nosso modelo
Hardware como serviço, porque a alternativa não chega a ser instalada.
A Medsynia não vende equipamento e deseja boa sorte. O hardware é nosso: instalamos, mantemos, trocamos quando falha e atualizamos quando envelhece. Você paga uma mensalidade e nos cobra por um SLA.
Por quê
Três coisas que matam projeto de tecnologia em hospital.
O pedido de investimento
Uma ordem de compra grande o bastante para exigir aprovação do conselho entra na fila junto com a ressonância e o telhado. Doze meses depois, o padrinho do projeto mudou de cargo. Uma despesa operacional com valor mensal simplesmente pula essa fila.
O vão da integração
O fornecedor de software aponta para o de hardware, o de hardware aponta para a equipe de redes, e o piloto silenciosamente para de ser mencionado. Quando uma única empresa é dona do sensor, do software e da instalação, não há para quem apontar.
O parque envelhecido
O que foi comprado no ano um está sem suporte no ano cinco, e ninguém orçou a troca. Como o parque é nosso, renová-lo é custo nosso e problema nosso.
O que está incluído
Tudo, é a resposta curta.
- Diagnóstico presencial e projeto de implantação
- Todo o hardware — câmeras, leitores, portais, armários, etiquetas, unidades de borda
- Instalação, montagem, cabeamento e comissionamento, fora do horário de pico
- Integração com HIS, prontuário eletrônico, agenda cirúrgica e ERP
- Licenças de software, atualizações e novos recursos
- Monitoramento, manutenção preventiva e suporte remoto
- Peças, troca por falha e renovação do hardware no fim da vida útil
- Treinamento das equipes e material de comunicação para a implantação
- Documentação de proteção de dados para o seu encarregado
Comercial
Como a mensalidade é estruturada.
A proposta sai depois do diagnóstico presencial, nunca antes — a geometria das salas e a quantidade de itens definem o hardware, e o hardware define o preço.
Preço por unidade de valor
O CEOL é cobrado por sala cirúrgica por mês. O CLIB é cobrado por unidade, escalando conforme o número de pontos de leitura e de itens etiquetados.
Contratos plurianuais
Normalmente de três a cinco anos. Prazos maiores reduzem o valor mensal, porque o hardware se amortiza em mais meses.
Comece pequeno
Duas salas ou uma categoria de item é uma primeira implantação perfeitamente normal. Expandir é uma alteração na mensalidade, não um projeto novo.
A saída é definida no início
O que acontece com o hardware, com os dados e com as exportações no fim do contrato fica escrito desde o primeiro dia.
Níveis de serviço
Aquilo que você pode cobrar da gente.
Disponibilidade
Meta de disponibilidade acordada para as unidades de borda e para a aplicação, medida mensalmente e reportada a você.
Atendimento e reparo
Prazos de resposta definidos por severidade, com metas de atendimento presencial para falhas de hardware em cada mercado onde operamos.
Contatos nominais
Um engenheiro de conta com nome e um caminho de escalonamento com gente de verdade, não um e-mail genérico de suporte.
Revisão trimestral
Uma reunião a cada trimestre sobre os números que o sistema produziu e se eles se moveram. Se não se moveram, o problema é nosso e cabe a nós explicar.
Peça os documentos chatos.
Estrutura contratual, termos de SLA, contrato de tratamento de dados, postura de segurança, arquitetura de referência. Preferimos mandar cedo a mandar tarde.
hello@medsynia.com