Hardware como serviço para hospitais
Os hospitais não têm um problema de software.Têm um problema de sinal.
Todos os hospitais já funcionam sobre software. Quase nenhum desse software sabe o que está realmente a acontecer dentro da sala de operações, no armazém ou no carro da roupa suja. A Medsynia instala a camada de sensorização — câmaras, RFID e computação na periferia — e opera tudo isso por si, como serviço.
- Orquestração do bloco operatório
- Rastreio de roupa e ativos por RFID
- Processamento na periferia, dentro do hospital
- Brasil · Portugal · Irlanda
A nossa tese
Só com software não se vai longe num hospital.
Um painel só consegue reportar aquilo que alguém se lembrou de escrever. A distância entre o que o hospital regista e o que o hospital faz é precisamente onde vivem o custo, o atraso e a perda. Fechar essa distância exige hardware — e hardware é exatamente aquilo que os hospitais detestam comprar.
O dado ainda não existe
Não se analisa um tempo de rotação que ninguém mediu, nem se encontra uma bomba que ninguém leu. Antes da análise tem de existir o instrumento. Nós instalamos o instrumento.
É no capex que os projetos morrem
Uma nota de encomenda de seis dígitos exige um caso de negócio, um ciclo orçamental e uma comissão. Uma mensalidade operacional exige uma assinatura. Retirámos o capex de propósito.
Um fornecedor, de ponta a ponta
Câmaras de um, etiquetas de outro, integração de um terceiro — e ninguém responde pelo resultado. Aqui o sensor, o software, a instalação e o SLA são todos nossos.
E mantém-se atual
Hardware que é nosso é hardware que nós substituímos. Leitores, câmaras e unidades de periferia são renovados no nosso calendário e a nosso custo — e não como um projeto novo no seu orçamento.
O que construímos
Dois produtos. Ambos começam por algo físico.
Cada um instrumenta uma parte do hospital que hoje funciona à base de memória, papel e boa vontade.
A lacuna
Seis perguntas a que a maioria dos hospitais ainda não responde numa terça à tarde.
Se a resposta honesta for “teríamos de perguntar a alguém”, é essa a lacuna que fechamos.
- 01
Quantos minutos esteve a sala 4 vazia ontem, e porquê?
- 02
Quais das cirurgias de hoje começaram atrasadas, e onde é que o atraso começou de facto?
- 03
Quantas bombas infusoras temos, e quantas conseguimos localizar neste momento?
- 04
Quantos lençóis saíram do edifício no mês passado e nunca voltaram?
- 05
A lavandaria está a faturar-nos peso que nunca enviámos?
- 06
Se acrescentássemos uma cirurgia por sala por dia, onde é que ela caberia exatamente?
Como trabalhamos
Nós instalamos, nós operamos, o hospital paga ao mês.
O modelo comercial é tanto produto como a tecnologia.
Diagnóstico
Dois a cinco dias no local. Mapeamos salas, circuitos, portas, rede e os dois ou três números que realmente quer mover.
Instalação
A nossa equipa monta o hardware fora das horas de atividade — câmaras, leitores, portais, unidades de periferia. Sem perturbar a assistência e sem uma linha de capex.
Integração
As unidades de periferia comunicam com o seu HIS, processo clínico eletrónico, agendamento e ERP através de interfaces normalizadas. O processamento mantém-se dentro do hospital.
Operação
Monitorização, manutenção, peças, firmware, substituições e apoio são nossos. Uma mensalidade, um SLA, um número para ligar.
Dados e conformidade
Construído para hospitais que são auditados.
Os produtos Medsynia são ferramentas operacionais e logísticas. Não são dispositivos médicos e não são utilizados para diagnóstico, tratamento ou qualquer decisão clínica.
Processamento na periferia, primeiro
O vídeo é analisado na unidade de periferia dentro do seu edifício. As imagens não precisam de sair do hospital para o sistema funcionar.
Sem rostos, sem identidades
O CEOL foi construído para produzir sinais operacionais anonimizados, não vigilância. Reconhecimento facial e identificação de pessoas não fazem parte do produto.
Alinhado com o RGPD e a LGPD
Implementado ao abrigo do RGPD em Portugal e na Irlanda e da LGPD no Brasil, com contrato de subcontratação e registo de atividades de tratamento por unidade.
Acesso por perfil, tudo registado
Cada consulta, filtro e exportação está limitada a um perfil e fica escrita num registo de auditoria que pode consultar.
Onde operamos
A começar por três mercados que conhecemos bem.
Instalar é trabalho físico. Só vendemos onde conseguimos colocar uma equipa no local.
Brasil
Grupos hospitalares privados e grandes unidades públicas, com equipas locais de instalação e implementações conformes à LGPD.
Portugal
Hospitais públicos e privados no continente e nas ilhas, com tratamento de dados em território da União Europeia ao abrigo do RGPD.
Irlanda
Grupos hospitalares privados e unidades ligadas ao HSE, com implementação em inglês e residência de dados na União Europeia.
Diga-nos o que não consegue medir.
Envie-nos o número de unidades, o número de salas e o problema que quer resolver. Dizemos-lhe com franqueza se o CEOL, o CLIB — ou nenhum deles — é a resposta certa.
hello@medsynia.com